A escolha entre cobogó ou brise na fachada depende diretamente das necessidades funcionais do projeto, orçamento disponível e preferências estéticas.
Embora ambos controlem a incidência solar e melhorem o conforto térmico, apresentam diferenças significativas em durabilidade, custo de manutenção e aplicabilidade que devem ser consideradas para garantir o melhor resultado.
O que é um brise e como funciona?
O brise-soleil, termo francês que significa “quebra-sol”, consiste em lâminas ou painéis instalados externamente na fachada para bloquear radiação solar direta.
Segundo uma matéria do portal AECweb, os brises barram a incidência da radiação antes que ela atinja a fachada e o ambiente interno, oferecendo melhor controle dos ganhos térmicos em comparação a outros dispositivos de proteção solar.
Essas estruturas podem ser fixas ou móveis, horizontais ou verticais, fabricadas em diversos materiais como alumínio, madeira, aço ou até materiais compostos.
A orientação e angulação das lâminas são calculadas conforme posição solar da fachada para maximizar a eficiência do sombreamento.
O que é cobogó e quais suas características?
Cobogós são elementos vazados de concreto que funcionam simultaneamente como barreira física, proteção solar e elemento decorativo.
Diferentemente dos brises, que possuem lâminas inclinadas, cobogós apresentam aberturas geométricas distribuídas uniformemente pela peça, permitindo ventilação cruzada constante.
Desenvolvidos originalmente no Brasil por três arquitetos que uniram partes de seus nomes para criar a palavra “cobogó”, esses elementos tornaram-se marca registrada da arquitetura brasileira.
Portanto, oferecem ventilação permanente sem necessidade de ajustes ou controles automáticos.
Quando usar brises na fachada?
Brises móveis são ideais quando o projeto demanda controle variável da entrada de luz solar.
Em edifícios corporativos ou residências com fachadas voltadas para leste e oeste, onde a incidência solar muda drasticamente ao longo do dia, brises ajustáveis permitem adaptação conforme necessidades específicas de cada momento.
Situações que favorecem uso de brises:
- Necessidade de controle preciso da quantidade de luz natural
- Fachadas com grande área envidraçada que requerem proteção variável
- Projetos que buscam estética high-tech ou industrial
- Orçamento disponível para sistemas automatizados
- Disponibilidade para manutenção periódica das lâminas móveis
Quando os cobogós são mais vantajosos?
Cobogós apresentam vantagens decisivas quando durabilidade, baixa manutenção e custo-benefício são prioridades.
Como elementos fixos de concreto, não possuem partes móveis que possam apresentar defeitos mecânicos, não requerem pintura periódica e resistem indefinidamente às intempéries sem degradação.
Além disso, cobogós funcionam perfeitamente como divisórias vazadas que integram ambientes enquanto mantêm a privacidade.
Para fachadas em clima tropical brasileiro, especialmente em regiões litorâneas com alta umidade e salinidade, o concreto supera significativamente materiais como alumínio ou madeira em longevidade.
Comparação de custos: investimento inicial versus longo prazo
Brises móveis geralmente apresentam custo inicial mais elevado devido à complexidade da instalação, sistemas de automação e estruturas de suporte necessárias.
Entretanto, o maior impacto financeiro vem da manutenção periódica obrigatória: pinturas, lubrificação de mecanismos e eventual substituição de peças desgastadas.
Cobogós de concreto possuem custo inicial moderado e praticamente eliminam despesas de manutenção ao longo das décadas.
Dessa forma, quando analisamos custo total de propriedade considerando 20 ou 30 anos, elementos vazados cimentícios frequentemente resultam em economia substancial comparados a brises convencionais.
Eficiência no controle solar e ventilação
Ambas as soluções bloqueiam radiação solar direta, mas diferem significativamente no comportamento térmico. Brises criam barreira que impede que raios solares atinjam a superfície da fachada, enquanto cobogós permitem ventilação cruzada contínua que dissipa calor acumulado.
Em regiões com clima quente predominante, ventilação constante proporcionada por cobogós pode ser mais eficiente do que simples bloqueio solar dos brises.
Utilizar elementos vazados estrategicamente cria fluxo de ar natural que reduz a temperatura interna sem necessidade de climatização artificial.
Manutenção e durabilidade comparadas
Brises de alumínio necessitam repintura a cada 5-10 anos para manter proteção contra corrosão e aparência estética. Brises de madeira demandam tratamentos ainda mais frequentes contra umidade, insetos e apodrecimento, especialmente em clima tropical.
Cobogós de concreto mantêm integridade estrutural e aparência por décadas sem intervenções. Limpeza eventual com água e sabão neutro é suficiente para conservação, não requerendo profissionais especializados nem andaimes complexos para acesso periódico.
Impacto estético e flexibilidade de design
Brises oferecem linhas contemporâneas e elegantes que conferem aspecto tecnológico às fachadas. Movimento das lâminas cria dinamismo visual interessante, especialmente em edifícios comerciais modernos que buscam identidade arquitetônica marcante.
Cobogós apresentam variedade extraordinária de padrões geométricos que podem ser combinados ou usados isoladamente. Com mais de 130 modelos disponíveis na Cia da Samália, é possível criar composições únicas que atendem desde estilos minimalistas até propostas mais ornamentadas, mantendo a funcionalidade técnica.
Resistência climática em diferentes regiões
Para regiões litorâneas, cobogós de concreto são inquestionavelmente superiores devido à resistência total à corrosão salina. Brises metálicos, mesmo com tratamentos anticorrosivos, deterioram progressivamente quando expostos à maresia constante.
Em áreas urbanas com alta poluição, os brises acumulam resíduos que exigem limpezas frequentes para manter eficiência e aparência. Os cobogós, por sua geometria vazada, não acumulam sujeira da mesma forma e são facilmente limpos pela própria chuva.
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